A sonoridade obscura e sinestésica em Seu Jorge e Almaz

    Sabe aquele disco que chega até você e inicialmente não dá muita bola, acha que pode curtir a ideia, mas ignora?! Foi assim, com dez anos de atraso, minha experiência com o trabalho paralelo de Seu Jorge. O fato de ter sido lançado primeiro fora do brasilis pode ter colaborado.

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    Em 2010, o cantor e compositor carioca formou a banda Seu Jorge e Almaz. Formada pelo compositor, produtor de trilhas sonoras e baixista no projeto, Antonio Pinto, Lúcio Maia e Pupillo (ambos Nação Zumbi) na guitarra e bateria, respectivamente.

    Assim como o Choque de Cultura definiu Bacurau como: “é um filme”, acredito que Seu Jorge e Almaz é um disco. A voz inconfundível e potente de Seu Jorge só confirma que o cabra tem talento e pode cantar qualquer coisa, qualquer gênero. Somado à guitarra de Lúcio, por vezes obscuras, outras psicodélicas e o trato no arranjo para esses remakes, num disco tão plural – considerando o repertório escolhido – de fato eles produziram UM DISCO. (Leia mais)

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