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Turismo de montanha cresce apesar da pandemia

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Turismo de montanha cresce apesar da pandemia

Dando continuidade à reportagem que diz nas minhas colunas anteriores, quando citei que o turismo nas montanhas capixabas acabou tirando benefício do momento dramático que vivemos, eu continuo com essa visão, pois a região sobrevive (na manutenção dos empregos e renda) do turismo de lazer e contemplação.

A região, em um todo, composta por nove cidades entre elas Domingos Martins, tem muita natureza linda de se ver, com muitos atrativos a quem gosta da vida mais pacata, onde os lagos, trilhas e boa parte do que resta da mata atlântica, nos permite inúmeras atividades do turismo de aventura incomum nas grandes cidades.

Ao conversar com empresários, produtores rurais, donos de restaurantes e pousadas e até mesmo empregados destes estabelecimentos, minha conclusão final é de que, os mais cuidadosos que fizeram seu dever de casa, durante a pandemia, estão podendo colher frutos, e ainda vão colher por um bom tempo.

Os proprietários da Pousada e Restaurante Lago da Lua Shirley e Aloísio contam que o início da pandemia trouxe um certo pânico, obrigando-os a fechar o estabelecimento por 90 dias iniciais. Com um grande temor da reabertura, que foi bem gradual, atendendo apenas hóspedes e a seguir àqueles amigos costumeiros com reserva, para manter o distanciamento também. “Em relação a mão de obra não foi tão difícil porque trabalhamos sempre em família, mas quando temos necessidade de contratar serviço, sentimos dificuldade de encontrar, mostrando assim que neste segmento não há desemprego”, contam Aloísio e Shirley.

O empresário e cheff de cozinha Alessandro Vallino, dono do Restaurante Don Due, um dos melhores da Rota do Lagarto, fala um pouco da pandemia, segunda ele teve um período bem crítico quando fecharam por falta de clientes e por protocolos que iam mudando, afastando as pessoas de viajarem como antes. Tentaram reabrir, mas não puderam, tendo que manter seu quadro efetivo, causando prejuízos. Já de setembro, outubro e atualmente, o movimento tem crescido bastante, superando qualquer outro período dando para recuperar as perdas. “Conclusão que faço é que o setor cresceu bastante, apesar da pandemia, finaliza Vallino”.

Para Ana Venturim, dirigente o Hotel Venturim de Venda Nova do Imigrante, rota do agroturismo, os prejuízos foram nos primeiros meses, mas como “temos melhor ocupação hoje que antes da pandemia, estamos em fase de recuperação econômica. Não contratamos mais gente, mas também não demitimos, criamos estratégias internas para superar”.

Ana fala que pouco antes destes problemas, eles tinham feito uma ampliação, diversificando as acomodações algumas luxuosas e as outras básicas. “Durante a semana temos ocupação de representantes comerciais, empresas e viajantes e finais de semana, turistas” finaliza Ana Venturim.

Nas próximas colunas, ainda continuarei abordando o tema da recuperação econômica do turismo, mostrando também outras regiões do Estado.

 

Inovação para driblar a crise

O Ritter Hotéis lança um projeto inovador, mantendo a tradicional hotelaria. HAUS von Ritter, em tradução do alemão, significa CASA de Ritter. Agora o Ritter Hotéis tem um coliving que carrega na genética toda a tradição do hotel e está localizado no mesmo endereço, mas em torres diferentes.

Com 46 anos de história, o Ritter Hotéis de Porto Alegre aproveitou o momento de crise para se reinventar. Mantendo a tradicional hotelaria em uma de suas torres concentrando o coliving em outra, com apartamentos privativos, com áreas de convivência e cozinha compartilhadas para uso exclusivo dos moradores e com hotelaria pay per use.

O HAUS oferece contratos flexíveis, localização estratégica e apartamentos já equipados e mobiliados, o HAUS traz facilidade e excelente custo benefício. Para descomplicar a vida dos moradores, as contas como aluguel, condomínio, IPTU, luz, água, gás, esgoto, internet wi-fi, TV a cabo e limpeza semanal são pagas no boleto único da mensalidade.

Os moradores do HAUS poderão ainda usufruir de todos os serviços de hotelaria do Ritter pay per use, ou seja, pagando apenas pelos serviços que tiverem interesse, conforme sua necessidade. Alguns dos serviços que poderão ser incluídos na mensalidade são serviço extra de camareira, café da manhã, garagem, lavanderia, enxoval com troca semanal, room service, desconto na hospedagem no Ritter Hotéis para familiares e amigos, entre outros.

Com três opções diferentes de apartamentos, todos possuem banheiro privativo e janelões do chão ao teto. Além disso, todos contam com TV LCD a cabo, frigobar, secador de cabelo, cofre digital, cama box, ar condicionado split, fechadura eletrônica e móveis. Dentre as opções de apartamentos, estúdio com 22m², estúdio com sacada de 37m² e estúdio com dois quartos com 30m².

A infraestrutura tem ainda rooftop com piscina com vista panorâmica para o Guaíba e jardim interno, além de acesso aos já existentes serviços do Ritter Hotéis, como restaurante, bar, centro de eventos, segurança, sistema de vigilância, recepção 24 horas, churrasqueira, biblioteca, playground, entre outros.

Para a gerente geral do empreendimento, Fernanda Estivallet Ritter, os grandes diferenciais do HAUS von Ritter são a flexibilidade no contrato, facilidade de adaptação conforme a necessidade do morador e os serviços de hotelaria pay per use. “O HAUS vem para trazer um novo jeito de viver, visto que o projeto foi idealizado para respeitar a liberdade de ir e vir dos moradores. A infraestrutura pronta e serviços de hotelaria pay per use desburocratizam o traumático processo de busca de moradia, bem como trazem o conforto e serviços que muitos empreendimentos não conseguem oferecer”, explica Fernanda.

O HAUS von Ritter terá evento online de inauguração nas próximas semanas, mas já está recebendo seus primeiros moradores.

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